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Publicação sobre o Software Público Brasileiro é lançada durante o Consegi 2012

Livro aponta os resultados dessa política pública

publicado: 06/12/2012 03h00 última modificação: 20/04/2016 10h51

Brasília, 6/12/2012 - A publicação “Software Público Brasileiro: Perspectiva Sistêmica” foi lançada pelo Ministério do Planejamento (MP) na tarde da última quarta-feira (5), durante a abertura do V Congresso Internacional de Software Livre e Governo Eletrônico (Consegi 2012). Um dos objetivos do livro é apontar os resultados desta política pública praticada há cinco anos pelo governo federal.

O secretário de logística e tecnologia da informação, Delfino Natal de Souza, explica que a publicação foi criada e editada pelo Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI) e faz um relato da criação do modelo Software Público Brasileiro (SPB). “O livreto explica o porquê do SPB poder ser visto como um ecossistema digital e também nos ajuda a entender o fenômeno desta política feita em prol da modernização da gestão pública”, disse.

Outro objetivo da publicação é apresentar uma ferramenta metodológica para abordar as questões de natureza sistêmica da política. O resultado demonstra como o SPB pode ser replicado em contextos similares.

No livro, podemos destacar também o processo de aplicação do método sistêmico no ambiente SPB. São descritos os principais resultados da aplicação desse método ao modelo SPB, especificamente o modelo de maturidade, o ambiente 5CQualiBR e as potencialidades da utilização de soluções públicas para a sociedade.

Os interessados em acessar a publicação devem acessar o Portal do Software Público Brasileiro.

URUGUAI
Durante a cerimônia de abertura, o Uruguai, país homenageado no Consegi 2012, anunciou a criação de um portal de software público inspirado na experiência brasileira. O SPB foi criado em abril de 2007 para compartilhar programas de computador de interesse público. As soluções disponíveis não possuem licenças que restrinjam seu uso ou o conhecimento pleno de seu funcionamento. O portal conta atualmente com 63 aplicações e mais de 150.000 usuários.

Fonte: Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão