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Planejamento busca aumentar produtividade do governo com uso de tecnologias

Tema foi debatido em encontro com mais de 200 Analistas em Tecnologia da Informação

publicado: 13/03/2017 09h36 última modificação: 13/03/2017 09h36
Foto do 3º Encontro dos Analistas em Tecnologia da Informação, ocorrido em 10 de março de 2017 na sede do Ministério do Planejamento.

Foto do 3º Encontro dos Analistas em Tecnologia da Informação, ocorrido em 10 de março de 2017 na sede do Ministério do Planejamento.

As principais ações de Tecnologia da Informação (TI) do governo federal para 2017 foram apresentadas, nesta sexta-feira (10), durante o 3º Encontro de Analistas em Tecnologia da Informação (ATIs). Cerca de 200 servidores públicos do cargo participaram do evento, realizado no auditório do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP). Os ATIs são servidores do ministério que atuam de forma descentralizada em diversos órgãos federais.

Na abertura do encontro, o secretário-executivo adjunto substituto do MP, Rodrigo Cota, destacou a importância do cargo para a gestão pública federal. “A administração terá de fazer mais com menos, pois a demanda por melhores serviços públicos crescerá. Não conheço nenhuma ferramenta para aumentar de produtividade mais efetiva que a Tecnologia da Informação”, disse Cota. Segundo Cota, um dos grandes desafios é deixar de pedir para o cidadão informações que o Estado já possui.

Para o secretário de Tecnologia da Informação do MP, Marcelo Pagotti, a crise vivida pelo Brasil é uma grande oportunidade para o setor de TI do governo. “Nós vamos ser os grandes atores da transformação digital do serviço público brasileiro”, afirmou.

Durante sua apresentação, Pagotti dividiu as principais ações de TI em três pilares chamados de “estruturantes digitais”, “central de serviços compartilhados de TI” e “governança de TI”. O primeiro grupo de ações está relacionado a projetos de autenticação, cadastro, cruzamento de dados e o Portal de Serviços (servicos.gov.br). “Sem o uso de ferramentas de TI não será possível atender melhor o cidadão e nem reduzir os gastos do governo”, disse o secretário.

Já o segundo bloco de iniciativas está relacionado a compras conjuntas, compartilhamento de software e nuvem de governo. “Queremos desonerar os ministérios de ações e contratações que são realizadas por diversos órgãos”, explicou Pagotti. Por último, estão as propostas voltadas para o comitê estratégico de TI de governo, orçamento e gestão de riscos.

Para Rafael Cunha, analista em TI alocado no Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), conhecer os projetos estratégicos da STI foi importante porque estas ações são materializadas na ponta pelo trabalho dos ATIs. “Este alinhamento é fundamental para alcançarmos este objetivo estratégico maior para o governo”, considerou.

Foto: Gleice Mere/Ministério do Planejamento

Fonte: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão