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SLTI defende WiMax para massificar banda larga sem fio

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Publicado em 01/07/2008

O secretário de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, participa de um painel sobre as licenças de WiMax  e as alternativas de modelagem regulatória no Brasil.

O WiMax (Worldwide Interoperability for Microwave Access - tecnologia de hardware e software com padrões abertos) é um padrão de acesso sem fio de banda larga que permite conectar o usuário final, mas que ainda não é utilizado em larga escala no país. 

O evento ocorre na tarde desta terça-feira, dia 1° de julho, em São Paulo, e é realizado pela Editora Momento Editorial. Esse encontro reúne especialistas nos principais temas que compõem a agenda estratégica dos setores de telecomunicações e comunicações em geral, executivos, formuladores de políticas públicas, consultores e analistas. 

Santanna defende a utilização do WiMax para a criação de uma rede comunitária de uso público que permita massificar a banda larga no país. "A idéia é reservar algumas freqüências para a implantação de uma rede capaz de compartilhar infra-estrutura entre os diferentes órgãos e entes da federação, empresas privadas e provedores de acesso", explicou. 

Conforme o secretário, essa tecnologia está se massificando rapidamente, o que deverá baixar muito o custo de implementação da banda larga, além de permitir grandes larguras de banda.  

Ele acredita que no futuro o WiMax deverá ser incorporado nos processadores dos principais fabricantes de computadores, o que possibilitaria o acesso à banda larga sem fio de qualquer local.  

Na sua opinião, o WiMax poderá resolver a grande limitação de difusão da banda larga atualmente no país, que é o alto custo de conexão para o usuário final. "Isso vai nos permitir criar um ambiente de serviços de governo eletrônico e de comércio eletrônico disponíveis ininterruptamente em qualquer lugar e a qualquer horário", previu.

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